Resenha: Pollyana – Eleanor H. Porter

Por Bel Farias (Twitter @Bel_Larie)



Pollyanna entra para sério dos livros que “não gostaríamos de largar”.
Embora seja classificado como infanto-juvenil, absorve mais e melhor quem já alcançou a fase adulta, e esqueceu – ou não tem tempo para lembrar- das delícias que é ver as coisas com otimismo e naturalidade, sem os pesos e anseios do dia a dia.
O livro possui uma escrita agradável para os que estão iniciando nesse mundo mágico da literatura. Pollyanna não é escrito de modo tão poético, mas o enredo por si só é pura poesia. Nos faz perceber o quanto, muitas vezes, ignoramos o próximo e que talvez ele esteja precisando de nós. Mas ainda somos egoístas demais para notar essa necessidade do outro.
POllyana é um clássico maravilhoso e deveria ser uma leitura indispensável para todos. Recomendo muito!

Pollyana – Eleanor H. Porter


Sinopse: A pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para outra tudo começa a mudar no lugar. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível “Jogo do Contente”. Uma otimista incurável, Pollyana não aceita desculpas para a infelicidade e emprenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tristeza.

Título Original: “Pollyanna”
Autor (a): Eleanor H. Porter
Ano: 2007.
Número de páginas: 192
Editora: Martin Claret
Edição: 2ª Reimpressão.
Tradução: Luiz Fernando Martins.


Trecho do LIvro:


“Muitas vezes me acontece de brincar o jogo do contente sem pensar, a gente fica tão acostumada que brinca sem saber. Em tudo há sempre alguma coisa capaz de deixar a gente alegre; a questão é descobri-la.”

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19 comentários sobre “Resenha: Pollyana – Eleanor H. Porter

  1. Rayme Arenhart Datsch disse:

    já li este livro, na escola, há muuuuitos anos atras, nem lembro a história direito 😛
    gostei do trecho do livro, nem lembrava mais!

  2. Amo, amo, amo esse livro.Acabei de ganhar os dois (esse e a continuação: Pollyanna moça) em um sorteio. Adoro os dois e posso dizer q esse livro me ajudou muito em uma fase ruim da minha vida. Jogo o Jogo do Contente até hj e continuo sendo beneficiada com isso.

  3. Já ouvi falar desse livro, mas não sei porque, ele nunca me atraiu tanto.
    Parece ser um livro bom, reflexivo, mas não faz muito meu estilo..
    Talvez um dia eu o leia, gostei da resenha!
    Beijão

    • Helana Ohara disse:

      Tem cara de ler um livro antigo, bem antigo. Acho que tenho essa impressão pelo nome, não sei.
      Gostei do que a Bel retratou na resenha, quem sabe eu procure e leia.

  4. Sabe que eu já comecei a ler esse livro umas quinze vezes, mas sempre fico triste? Vou ver se encontro a edição velha da minha mãe e termino, finalmente. Me inspirei *-*

    Follow: ifeelprettyunpretty.wordpress.com

  5. Faz muito tempo que tentei ler Pollyana. Acho que eu ainda era adolescente. Parei na metade, mas não por não ter gostado, nem sei porque foi, pra falar a verdade. haha Mas tenho palno de retomar (ou recomeçar, pra falar melhor) um dia 😉

  6. Esse livro é antigo sim, Helana. Na verdade, ele é MUITO antigo! rs Ele foi lançado em 1913! O livro aqui no Brasil foi traduzido por Monteiro Lobato – Esqueci de acrescentar isso na resenha. E sim, tem a continuação, que foi lançada em 1915 e um filme, baseado no primeiro livro, em 1960. É o que acho de mais interessante; resistiu ao tempo e todo mundo que eu conheço e que já teve a oportunidade de ler, adora. Eu o tenho e guardo com muito carinho, porque foi minha avó que me deu. 🙂

    Meninas, obrigada pelos comentários! S2
    Regiane Alencar, muito bom você praticar o Jogo do Contente, essa é a proposta do livro e acho que todo mundo deveria seguir. ;*

  7. Aaaaaaaaa eu AMO DEMAIS esse livro. Li quando era pré aborrescente e depois novamente na adolescência. Sou apaixonada pela inocência e frescor de Pollyanna, Realmente, é o Tipo de livro que deveria ser obrigatório nas escolas! Uma mensagem tão bonita e tão encantadora. Pollyanna Moça também li, mas não é a mesma coisa que o primeiro. ❤ Own, deu vontade de comprar agora e ter pra mim! *o*

    Beijocas!

    @mariapsalles

  8. jannagranado disse:

    Oiii quando li eu me apaixonei pela Pollyana, eu comprei a continuação esse ano, mas como li Pollyana em 2009, tenho que reler pra depois ler a continuação…adorei sua resenha BjOs

    @jannagranado
    http:livrospuradiversao.blogspot.com.br

  9. Segunda pessoa que vejo falando bem desse livro. Estou louca para ler! É o que todos nós precisamos nos dias de hoje, tentar ver as coisas pelo lado positivo. Adorei.

    Beijos.

    Laury
    @Maniaca_Livros

  10. Gostei do trecho do livro, me fez ficar pensando!
    Deve ser um auto-ajuda indireto, aqueles que não mostra para o leitor o que ele deve fazer ou deixar de fazer. Mas sim mostrar ao receptor os lados e as adversidades que a vida possui, fazendo-nos descobrirmos os nossos próprios conceitos de auto-ajuda. É um tipo de livro que dá aquele empurrão para que possamos despertar o que já há dentro de nós, caso não haja, nos levará a semear os aprendizados….

Obrigado por passar pelo In The Sky.

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