Férias – Marian Keyes

Por Lana.

Finalmente vou escrever a resenha de Férias. Como prometido.
Terminei de ler ele ontem e estava suér ansiosa para falar a vocês o que achei do livro. Vamos lá?

 

Sinopse:

Rachel Walsh tem 27 anos e a grande mágoa de calçar 40. Ela namora Luke Costello, um homem que usa calças de couro justas. E é amiga – pode-se mesmo dizer muy amiga – de drogas. Até que a sua vida vai para o Claustro – a versão irlandesa da Clínica Betty Ford. Ela fica uma fera. Afinal, não é magra o bastante para ser uma toxicômana, certo? Mas, olhando para o lado positivo das coisas, esses centros de reabilitação são cheios de banheiras de hidromassagem, academia e artistas semifissurados (ao menos ela assim ouviu dizer). De mais a mais, bem que já está mesmo na hora de tirar umas feriazinhas. Rachel encontra mais homens de meia-idade usando suéteres marrons e sessões de terapia em grupo do que poderia supor a sua vã filosofia. E o pior é que parecem esperar que ela entre no esquema! Mas quem quer abrir as janelas da alma, quando a vista está longe de ser espetacular? Cheia de dor-de-cotovelo (o nome do cotovelo é Luke), ela busca salvação em Chris, um Homem com um Passado. Um homem que pode dar mais trabalho do que vale… Rachel é levada da dependência química para o terreno desconhecido da maturidade, passando por uma ou duas histórias de amor, neste romance que é, a um tempo, comovente, forte e muito, muito engraçado.

 

Marian Keyes, mais uma vez conseguiu trazer leveza em assuntos sérios.
Férias é seu segundo livro. O 1° Melancia e até então não entendia porque tantas pessoas gostavam da literatura de Marian, mas depois que li Melancia  já sabia o motivo.
Marian Keyes, aborda assuntos que não saem da cabeça feminina, dúvidas, problemas com o corpo, homens, homens, mulheres.
Particularmente gostei mais de Rachel, ela tem uma simpátia que faltou em Claire, apesar de achar ambas mimadas (um defeito no meu ponto de vista, nas mulheres da familía Walsh, todas elas são mimadas ao ponto de ser chato!).
O crescimento de Rachel no decorrer da história é gritante, deste que ela entra no Claustro até ela admitir que é uma toxicômana.
Numa linguagem tipicamente feminina, e claro, simples, ela abordou um tema sério para uma discussão aberta na qual gostei.
O modo na qual ela aborda o uso de drogas com uma pessoa “normal” foi bem interessante. Pois quando se pensa em viciados no geral, temos a mania de criar um esteriótipo, esquecendo que muitas pessoas supostamente bem são viciadas e nem passa em nossa cabeça. E Marian conseguiu quebrar isso, não apenas com Rachel, mais todos os personagem do Claustro.
As atrapalhadas de Rachel me tiraram boas risadas. E também me emocionei com suas dificuldades o quanto ainda amava Luke, confesso que quando chegou no final do livro, eu chorei. Ela merecia um final feliz.
Férias, um dramalhão que levou um toque todo especial da autora deixando a história tão deliciosa que não dá vontade de parar de ler.

Corre atrás do seu e depois conte-me o que achou.

Ps: Férias pode-se dizer também que é uma autobriografia da escritora, já que ela mesma passou por problemas com drogas e bebidas. E com certeza achou seu Luke Costello.

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