Lya Luft

Hoje eu trago uma escritora, colunista e tradutora com um olhar muito particular da vida e uma grande mulher.
Vou dar uma de veiga aqui. Nunca li livros da Lya, embora leia a coluna dela na revista VEJA.

Mas antes de tudo vamos falar um pouco dela:
Lya Fett
nasceu em Santa Cruz do Sul, uma cidade de colonização alemã, como filha do advogado e juiz Arthur Germano Fett. A sua família tinha muito orgulho de suas raízes germânicas e, por isso, considerava-se superior aos “brasileiros“, embora seus integrantes tivessem chegado ao Brasil em 1825.
Durante sua juventude, Lya foi uma tida como uma menina desobediente e contestadora: não gostava de aprender a cozinhar nem a bordar e chegou a ser mandada para um internato durante dois meses. Porém, desde cedo foi uma ávida leitora — aos onze anos, já recitava poemas de Göethe e Schiller— e tinha um relacionamento mais natural com o pai, um homem culto a quem idolatrava, do que com a mãe. Aos dezenove anos, ela se converteu ao catolicismo, espantando aos pais, ambos luteranos.

No início de seu primeiro casamento, Lya Luft começou a escrever poemas, reunidos no livro Canções de limiar (1964). Em 1972, foi publicado seu segundo livro de poemas, intitulado Flauta doce. Quatro anos mais tarde, escreveu alguns contos e mandou-os para um editor da Nova Fronteira, Pedro Paulo Sena Madureira, que os considerou “publicáveis”. Em 1978, foi lançado sua primeira coletânea de contos, Matéria do Cotidiano.
O mesmo editor da Nova Fronteira tinha aconselhado Lya a escrever romances. Daí surgiu As parceiras, publicado
em 1980. No ano seguinte veio A asa esquerda do anjo. Tais livros foram influenciados por uma visão de morte que a autora teve depois de sofrer um acidente automobilístico quase fatal em 1979.

No total, já escreveu e publicou 23 livros, entre romances, coletâneas de poemas, crônicas, ensaios e livros infantis.
Os livros de Lya Luft continuam sendo traduzidos para diversos idiomas, como alemão, inglês e italiano.

by: Wikipédia

O cotidiano é novamente o ponto de partida das reflexões de Lya Luft em A Riqueza do Mundo, novo livro da escritora gaúcha. São crônicas e ensaios breves, em sua maioria inéditos — aqueles que foram publicados em forma de artigos foram reescritos —, que tratam da vida lá fora (violência, pobreza, desigualdade), da vida aqui dentro (afetos, relações) e da modernidade. Com linguagem acessível, mas sofisticada, como a própria Lya define, os textos se aproximam da realidade do leitor. Talvez esteja aí um dos segredos do sucesso de Lya.

Para ter acesso a entrevista clique AQUI

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